Depois de dias quentes e abafados em pleno inverno, o Rio Grande do Sul apresentou uma mudança radical no clima, que passou a ser de temporais e ventos fortes desde o dia 15 de setembro. O cenário foi de destruição. Antes mesmo de começar a chuva, a Coordenadoria Regional de Defesa Civil do Estado emitiu um comunicado de orientação à população, pedindo para que se evite transitar por áreas com risco de inundação, como encostas, margens de rios e arroios. A população estava sob aviso, mas não impediu que a chuva intensa e os vendavais estragassem diversos municípios da região.
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| Imagem mostra a avenida Fernando Osório, em Pelotas, durante um dos dias da forte chuva Foto: Nauro Júnior |
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| Moradores de Pelotas observam a antiga árvore que foi arrancada pela raiz com o vento e temporal. Foto: Carlos Queiroz |
Apenas um dia depois, a CEEE registrou 28 mil clientes sem energia elétrica em 11 municípios atendidos pela regional da empresa e, no mesmo dia, haviam ainda 1,6 mil ocorrências para atendimento. Eram 60 equipes nas ruas de Pelotas com caminhonetes e doze caminhões atendendo as solicitações dos consumidores. Diversas cidades do Rio Grande do Sul ficaram sem abastecimento elétrico, principalmente na região metropolitana e no centro sul gaúcho. As rajadas mais fortes deste ciclone extratropical foram na cidade de Rio Grande. Os ventos chegaram a 120,7 km/h, de acordo com o levantamento da MetSul meteorologia.
O fotógrafo Alberto Blank registrou a praia do Laranjal na quinta-feira do ciclone.
Esta foto foi denominada de "o dia em que a lagoa se foi", pelo próprio autor
Veja como foi a chuva em outras cidades do Rio Grande do Sul
Como se sentem as pessoas que trabalharam na cobertura da enchente
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