Alguns resultados apontados na pesquisa
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| Foto: Letícia Schinestsck |
- Há uma indiferenciação entre a leitura comum e a literária. O material vai desde bula, panfleto, jornal, mas não literatura
- Os professores não têm definido os autores que irão trabalhar em sala de aula. Não conhecem autores, títulos e conteúdos adequados para a idade e o ano escolar em que as crianças estão
- Não planejam seus eventos de leitura, pegam o livro no momento da aula. Não preparam a atividade como parte da sala, mas como anexo. Não é uma prática da rotina escolar e pode aparecer como prêmio “Se calar eu leio”
- Não registram o que leram. Não usam o Diário de Classe para planejar o que fazer com as crianças, horários das leituras, quais livros usou, com que propósito etc. Quando é registrado geralmente aparece como ‘hora do conto’, ‘hora da historinha’
- Leem em voz alta para as crianças apenas no 1º ano da escola. Depois, com a desculpa de que já sabem ler, abandonam a atividade e a leitura é individual e silenciosa. A partir do 2° ano não é exercitada a leitura oral;
Sugestões de literatura infantil
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